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Estou bem. E Você?

por Fernando Zocca, em 15.02.13

 

 

 

A gente passa por momentos e situações dificílimas durante os quais devemos decidir.


São os instantes do sim ou do não que farão a diferença no futuro, que mudarão os ângulos de visão, as perspectivas da vida.


Eu particularmente não me arrependo nenhum pouco das que tomei. Estou com o que sempre tive, não troquei o certo pelo duvidoso.


Nenhum arrependimento pelo que fiz, ou deixei de fazer, me perturba. Minha consciência está tranquila.


Se tive qualquer tipo de prejuízo, eles foram bem menores do que os de alguns bancos, que têm perdido muito mais, com as explosões de agências e caixas eletrônicos.


Sou casado há 33 anos com a mesma mulher; há 19 não bebo, não fumo, e não ingiro qualquer tipo de medicamento. Quem sabe de mim sou eu. Estou muito bem assim.

 

Acho engraçadíssimo, me divirto muito, com o jeito que os milionários, que mandam em Piracicaba, reagem às críticas aos seus governos.


Um festival imenso de besteiras tem marcado a orientação politica desta cidade. O amadorismo vem expresso em cada gesto, ato ou consequência, apesar destas excelências ocuparem os cargos profissionalmente, há muito e muito tempo.


A inabilidade política, a condenada hipocrisia religiosa, dificultadoras da resolução de conflitos simples, são fatores determinantes na descrença nesses homens.


Nunca deixei de ter a certeza de que os nivelamentos das diferenças são feitos por baixo. Ou seja: prioriza-se a ignorância, a estupidez, o mau caratismo, com os quais se manipula, do que se incentiva o aprimoramento pessoal, a civilidade e a inclusão da tecnologia.


As constantes vitórias da síndrome da Gabriela (“eu sou assim, eu nasci assim”), representam o fracasso inegável do modelo educacional empregado hoje nas escolas. A educação tem de reaprender, se reeducar, reciclar-se.


A repressão e a condenação, contra os que se destacam, não deixam de ser a regra do que sempre foi.


Reforçando: a educação tem muito o que aprender e a aprimorar. Não podemos deixar de dizer, mais uma vez, que o ensino é um fracasso retumbante, quando milhares e milhares de pessoas mal sabem escrever o próprio nome.


Não podemos também deixar de dizer que a segurança é omissa quando os maus tratos diários, contra crianças, prosperam sem repressão nenhuma.


É quase que impossível não criticar as atitudes governamentais que tratam negligentemente os embaraços administrativos no transporte coletivo.


Como não denunciar a inabilidade do poder para suprir as vagas de médicos existentes nos postos de saúde?


As autoridades todas ganham muito bem para, em tese, resolver estes problemas. 

 

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publicado às 11:58


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