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O Beijo

por Fernando Zocca, em 10.01.11

 

Em suas diferentes manifestações, o beijo é a demonstração de afeto mais amplamente difundida pela sociedade. A razão pela qual beijar alguém é uma experiência - quase em todos os casos - agradável, é a quantidade de terminações nervosas localizadas no triângulo formado entre a boca e as narinas. É por isso que cada beijo é uma grande fonte de prazer tanto para quem o dá quanto para quem o recebe.

 

O beijo é a melhor terapia, principalmente para superar a depressão, revelou uma organização britânica. O beijo "estimula a parte do cérebro que libera endorfina na corrente sangüínea, criando uma sensação de bem-estar", destacou a principal agência de terapia sexual britânica, Relate, com sede em Londres, e que no ano passado atendeu mais de 150 mil pessoas no Reino Unido para ajudá-los em suas relações de casal.

A endorfina é o opiáceo natural do organismo, cuja liberação no cérebro causa sensação de prazer, agindo como antídoto para a depressão. Lembrando que os benefícios da liberação de endorfina provocada por um beijo já foram tema de incontáveis documentos científicos, a organização britânica faz um apelo para que as pessoas se beijem mais para combater o desânimo que acomete muitas pessoas após as festas de fim de ano.

 

Estudos anteriores demonstram que os casais no Reino Unido "não dedicam muito tempo ao beijo", pois seu cotidiano é cada vez mais dedicado ao trabalho, informou a organização Relate, especializada em terapia sexual e dar assessoramento psicológico a casais.

Em um documento intitulado "O beijo francês num dia cinzento", a organização enfatiza que os beijos que trazem mais benefício para a saúde e para combater a tristeza não são aqueles em que só os lábios se tocam, sem muita paixão ou emoção. Quanto mais "excitantes" e apaixonados são os beijos, "mais adrenalina é liberada no sangue" e maiores são os benefícios para a saúde, garante a organização britânica.

A sexóloga britânica Denise Knowles, que trabalha como assessora de terapia sexual da Relate, afirma que os benefícios para a saúde de um beijo apaixonado ocorrem porque uma forte liberação de adrenalina causa aumento da pressão arterial e do ritmo cardíaco.

 

Inês Cozzo Olivares

 

 

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publicado às 13:11

Não faça aos outros o que não deseja para si

por Fernando Zocca, em 16.07.10

                           Quem é que não precisa de alguém, não é verdade? Todos nós carecemos das outras pessoas para que exerçamos, com plenitude, o nosso destino glorioso, traçado por Deus.

 

                            O que seria do autor de novelas se não houvesse aquela atriz, ou ator que lhe fizessem brotar a verve literária? O que seria do filósofo se não houvessem os problemas emaranhados, a opressão do poder, as injustiças políticas e sociais?

 

                            Ninguém pode ser completo sozinho. Tudo o que temos vem de alguém, por meio de alguém, feito por outras pessoas. As próprias riquezas naturais, como o ouro ou petróleo, por exemplo, são conseguidas por esforços, de gente habituada a  isso.

 

                            Então, das profundezas e superfície da terra surgem os bens primários, indispensáveis a sobrevivência nossa sobre o planeta. “Mas espera um pouquinho ai...” - interromperia nosso arguto leitor – “... se tudo o que temos passou antes por alguém, o que dizer da luz do sol, da terra em si, das águas do mar, dos ventos e de todas as demais estrelas do céu?”

 

                            As coisas que não foram criadas pelas mãos humanas estavam aqui antes de qualquer um de nós chegarmos. O universo todo precedeu a qualquer forma de vida. Como explicaríamos a existência dessas coisas?

 

                            Na verdade tudo teve um princípio, um começo. As interpretações dependem da “tribo” a que você pertence. Se você se alinha aos cientistas, então você se contentará com as aulas que ensinam ser o universo um produto da grande explosão chamada “Big Bang”.

 

                            Mas se a dúvida lhe atazana o senso de certeza, você notará que, além de todas as coisas, visíveis e invisíveis,  serem o resultado de movimentos constantes e regulares, o início foi propiciado por uma poderosa força criadora denominada, há milênios, pela palavra Deus.

 

                            “Então, nesse sentido, Deus seria uma grande explosão?” – perguntaria meu apressadíssimo leitor.

 

                            Em resposta lembraríamos que Deus é amor, compaixão, vida, respeito ao próximo, e principalmente apreço às liberdades individuais, inclusive  a de expressão.

 

                            Não devemos fazer aos outros o que não desejamos pra nós mesmos.

 

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publicado às 15:58






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