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Os alunos da classe

por Fernando Zocca, em 03.08.10

 

 

                                        Meu amigo: estaria sua pessoa naquela fase em que até os alunos da classe sabem mais do que você?

 

                    Viveria sua ilustríssima figura, momentos em que toda aquela sua lengalenga, já não é mais suficiente para controlar a molecada serelepe?

 

                    Você passa o tempo todo dentro de casa apesar da sua mamãe insistir que é preciso sair pra procurar trabalho?

 

                    Você se preocupa mais com a cerveja do dia a dia, com a minhoca do seu anzol, do que com o pagamento das contas, que se vencem uma atrás da outra?

 

                    Ora, meu amigo, não se apoquente. Tudo pode piorar.

 

                    Mantenha sua calma. Escolha alguém em que possa confiar e entregue o seu destino a ele. Abandone-se aos conselhos dos que dizem poder melhorar sua existência.

 

                    Lembre-se: as eleições estão ai. Existem candidatos especialistas e eles podem salvar sua vida financeira, emocional, afetiva e transformar tudo.

 

                    Não faça nada, não produza nada. Só espere aquela sinecura fenomenal, que um dia aparecerá. Já imaginou ganhar um cargo de diretor de escola?

 

                    Vote em todos os candidatos. Eles não o esquecerão quando sentarem seus velhos bumbuns malcheirosos nas poltronas republicanas.

 

                    Lembre-se: tem muito candidato  precisando de pescoços desorientados onde possam fixar as coleiras.

 

                    Não perca a calma. Jamais.

 

 

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publicado às 12:36

Os passeios de Stela

por Fernando Zocca, em 21.05.10

 

 

 

                           Stela tem algo de rodriguiano que a identificaria com aquela personagem buscadora do equilíbrio nas aventuras extraconjugais.

 

                   Apesar do fausto material que a cerca, ela não obteria o bem estar se não se dispusesse a dar seus “pulinhos”, não nos ônibus, ou lugares ermos, mas nos hotéis de luxo.

 

                   Esse comportamento de Stela tem muito de vingativo, de punidor. Ao invés de digamos, “discutir a relação” com o marido, terminando de vez  o relacionamento conflituoso, ela se compensaria  nas  incursões amorosas.

 

                   O desejo de manter a família unida a impediria de separar-se. Para ela a coesão familiar, mesmo que não satisfatória, teria mais importância.

 

                   Se impedida ao acesso dessa válvula de escape o que lhe restaria? Uma neurose, agressividade, hostilização, terapias, divórcio?

 

                   O adultério serviria para aquietar momentaneamente a exaltação dos ânimos. Porém com o passar do tempo as consequências se apresentariam de forma talvez até que mais trágicas.

 

                   Nas aventuras em que se envolve ela não se compromete: não diz seu nome e nem quer saber o dos parceiros casuais.  Stela vive a vida.

 

 

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Assaltado quando levava saco de dinheiro para o banco

 

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publicado às 13:52






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