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Os dinheiros públicos

por Fernando Zocca, em 23.11.13

 

 

 

 

Era comum o apresentador Fausto Silva, da Rede Globo de Televisão, quando entrevistava personalidades da TV, especialmente atores e atrizes, perguntar se na casa deles (entrevistados) os demais parentes eram todos normais e trabalhavam, ou se havia mais algum "louco" artista.

 

Até há algum tempo atrás, um dos bordões mais usados pelo Faustão era "ô loco, meu".

 

Não é raro o também apresentador Luciano Huck iniciar o seu famoso Caldeirão do Huck com a expressão "loucura, loucura, loucura".

 

Por estas e outras manifestações não é duvidoso que haja a crença no público de que na TV só há malucos, loucos. 

 

Partindo-se do princípio de que a regra de ouro cristã do "fazer aos outros o que você gostaria que fizessem a você" está introjetada na alma popular, não seria incerto dizer que o agressor do ator ou da atriz com a expressão "louco", desejaria assim ser chamado e estar também na TV, fazendo o que a vítima faz.

 

Em outras palavras: inveja pura, ou tentativa de concretização de um desejo, por vias equivocadas. 

 

Sejam quais forem as razões não se deve agredir a ninguém. Mesmo que a digna consorte esteja com "dor de cabeça" há mais de 30 dias ou que o ato sexual não tenha passado só da vâ tentativa frustrante.

 

A personalidade que agride está doente. Ela carece de cuidados especializados sejam eles psicológicos ou médicos. 

 

Na verdade, loucura, loucura mesmo é a sacanagem que se faz contra o povo quando se lhe rouba os dinheiros públicos. Cartéis e monopólios são proibidos por lei.

 

O PSDB não é e nunca foi santo. A diferença entre ele e aquelas forças petistas flagradas no episódio conhecido como Mensalão é que estas últimas foram alcaguetadas, enquanto que os esquemas podres daquele, por enquanto, seguem incólumes.

 

Os indícios fortíssimos da formação de cartel e licitações dirigidas na construção do Metrô de São Paulo tornam as investigações cada vez mais eficientes e sem dúvida nenhuma trarão à luz toda a verdade. 

 

Loucura é roubar e não poder carregar. Ou, em outras palavras, roubar e não usufruir. 

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publicado às 13:54



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